Organização

Rescaldo 2008

Informações de Rescaldo de 2008 (página em actualização, se for autor de um blog onde tenha comentários sobre a 1ª edição por favor envie-nos por e-mail).

Tópico de Rescaldo do Evento no FórumBTT - Opiniões, comentários, fotografias, criticas, etc.

 


 Caríssimos companheiros,
Deixo-vos algumas fotos e um pequeno resumo daquilo que foi a espectacular prova SRP160, na realidade seria Serpa 166km. Foram quase 9h de puro, e duro, BTT ao lado de nomes sonantes do BTT nacional desde o veteraníssimo professor Cabrita, passando pela ilustre Catarina Canha, Ricardo Figueiredo, Agnelo Quelhas, Sónia Lopes, Vitor Gamito, Ricardo Pereira, entre muitos outros.
O alinhamento antes das 8h da manhã fazia perceber o ritmo em que se iria desenrolar a prova. Atletas bem constituídos, boas máquinas, muita concentração, davam a perceber que aqueles que se iriam atirar para esta ultra-maratona sabiam o que estavam ali a fazer. Momento de alta tensão psicológica, nunca tinha visto tal coisa, excepto no Cape Epic. Às 8h em ponto deu-se o tiro de partida, passagem pela belíssima cidade de Serpa, entrada num estradão super-rápido em direcção ao Rio e toca a entrar num single-track (foi a única coisa que achei muito mal escolhido, um estreitamento com cerca de 1 km ao início da prova criou um desfasamento muito grande entre todos os atletas em prova). Depois lá se abriram os trilhos, com uma brutal parede a deixar todos de boca aberta e a perguntarem-se se iriam encontrar subidas assim ou se era só esta. Estavam enganados, iriam encontrar mais de 50 paredes pelo traçado.
Acreditem que aquela parte do Alentejo não tem nada de plano, de seco, nem de sossegado.
Cruzei imensos rios com água pelos joelhos, passei por imensos charcos de lama manhosa e funda, lutei contra rajadas de vento vindas de todos os lados, enfim... foi mesmo uma ULTRA-MARATONA.
Diz-se que não era para meninos, mas na realidade algumas meninas fizeram-na, e fizeram-na bem, mas houve gente a chegar a uma dízia de horas para concluir o traçado completo.
A prova teve 6 abastecimentos, mal distribuídos: 24, 74, 90, 105, 128, 143. Teve mais 6 km do que o previsto, e houve quem se queixasse de um acumulado de 3700m medidos em GPS. Eu registei apenas 2700m se bem que o meu é de medição barométrica e com as constantes mudanças de céu houve, de certeza, variações na medição da altitude, tendo registado como altitude mínima -137m (menos, negativos...) como exemplo na dificuldade em medir a pressão barométrica.
O percurso estava extremamente bem marcado, sem falhas. Nos abastecimentos houve uns deliciosos bolos de "fejom", bananas, água e, por vezes, óleo para a corrente e gel da Gold Nutrition.
Foi, sem dúvida, uma festa do BTT, muito acima da minha espectativa e muito acima do que já vi em Portalegre.
Paralelamente foi um fim-de-semana fantástico variado na gastronomia, nas amizades, na simpatia do locais, na profundeza do Alentejo latifundiário. Regista-se a passagem pelo Alqueva e pela fabulosa Monsaraz.
Para 2009 ESTOU LÁ SEM DÚVIDA NENHUMA.
Espero ter companhia para 2009 pois fiz a prova quase toda sozinho e é uma grande seca.
nos últimos 30 km tive a companhia da Catarina Canha, onde trabalhamos em conjunto para chegarmos ao fim da melhor forma possível, pelo meio da areia, da lama, por cima de cobras (é mesmo verdade) num sobe e desce interminável. É uma excelente atleta.


Ricardo “Nitro” In http://caesdomonte.blogspot.com/2008/04/carssimos-companheiros-deixo-vos.html

 


 

As primeiras 100 milhas a acontecerem em Portugal tiveram lugar no belo Alentejo de Serpa. Foram (muito bem) organizadas pelo já conhecido Ludos (do FórumBTT). E que organização, estava tudo excelente!

Lá fora, este tipo de eventos são populares há já uns anos. Aqui só começaram no fim-de-semana passado. Começamos tarde, mas começamos em grande!

Até a hospitalidade das duas unidades hoteleiras experimentadas parecia estar sincronizada com a corrida. Começou na sexta à noite em Cuba (na Hospedaria do Carmo) com umas sandes de marmelada improvisadas já perto da meia noite para que pudessemos estar em Serpa a tempo e horas na manhã seguinte. Terminou no sábado no Monte da Morena em Serpa quando fomos presenteados com uma simpatia, ambiente e serviço como poucas vezes vi. A repetir para o ano.

A partida começou a horas (ou com poucos minutos de atraso) o que é de louvar numa primeira organização. O percurso era muito bom. Não era o que eu estava à espera para um evento desta extensão. 160km demoram muito mais a passar quando já se está completamente quebrado pelo sucessivo sobe e desce dos pequenos mas íngremes montes serpinianos. Sinceramente esperava algo mais constante mas preferi assim.

Não gostei de meter os pés na água logo no início do evento, mas a verdade seja dita, não foi o que mais me incomodou. O que incomodou mesmo foi a falta de força perto do final... não dava nem mais uma pedalada.

Houve alguns precalços para os Mulas (quedas, furos e falta de pernas) que nos impediram de saír logo em grupo. Na verdade demorou 28km para me juntar ao WilRod e depois demorou-nos aí alguns 100km a apanhar o ElPinto. O homem ia no seu ritmo certo e não facilitou nada. A máquina nova também colaborou.

Somos mais de subidas longas e constantes do que sprints rápidos pelas paredes acima. E como tal, o sobe e desce do traçado deu-nos cabo do canastro. Só da ZA3 à ZA4 é que conseguimos pôr os "cavalos no asfalto" e regularizar o ritmo.

No entanto algum do estrago já estava feito e depois da ZA4 já não havia força para recuperar o terreno perdido com as pequenas paragens para repôr ar num furo lento e reabastecimentos.

E as marcações? Alguém se queixou? Nada! Mesmo nem uma vez. Adorei a ideia do "D" e do "E" para que ninguém se sentisse tentado a virar a seta para o sentido oposto! As ideias simples são sempre as melhores.

Houve cuidado em manter os balneários limpos e se não houve água quente para alguns é porque não há pavilhões com depósitos suficientemente grandes para servir água quente a todos. Ou seja... não há muito a fazer.

Tenho que dar nota 10 a tudo. O Ludos está realmente de parabéns (nunca é de mais dizê-lo) e ficamos á espera da 2ª edição.



“Quickfreddie” in http://mularaiders.blogspot.com/2008/04/srp160-ultramaratona-de-serpa.html

 



(Foto BTT-TV)

Depois de em 2002 ter estado presente na primeira Maratona de BTT realizada em Portugal (100km de Portalegre) e de em 2003 ter estado presente na primeira prova de 24h (24H de Vila de Rei), não resisti a este desafio de participar também na primeira ultra-maratona.

Como se 160km de bicicleta em todo-o-terreno não fossem desafio suficiente, resolvi ainda por cima participar em singlespeed.

Vários problemas com furos na roda traseira logo no início da prova deixaram-me bastante desmotivado e à beira da desistência. Não consegui resolver o(s) problema(s) na totalidade mas foi o suficiente para recuperar um pouco o tempo perdido e conseguir chegar com a bicicleta ao final. Mas foram longas horas de stress, mais até que o esforço fisíco, que nem a imensa beleza da paisagem alentejana conseguiu amainar.

No entanto, ao fim de 167km e 10h45m a pedalar todos esses problemas foram atirados para trás das costas e a recordação que perdura é a duma bela jornada de btt. Por isso não podia deixar de assinalar este evento, ainda que desta forma simples, na minha página pessoal.

Pedro "Indy" Ribeiro in http://indy.home.sapo.pt/relatos/0113_SRP160/index.htm


A aventura dos 160 começou logo a fazer estragos nos meus nervos na Sexta Feira dia 11...
A poucas horas de ir buscar o Marco para irmos pernoitar em Figueira dos Cavaleiros, comecei logo ( talvez pelos nervos ) a bater com o carro, mas antes isso que partir uma perna.
Fui à Bike Zone comprar um pneu novo ( maxxis larsen TT 1,90, que grande pneu... ) e ao montar o pneu deixei a pastilha do travão de trás a roçar no disco, na minha boa fé - "...amanhã arranjo isto com calma..." pois...
Já em Figueira dos Cavaleiros dormir foi mentira, eram 00h20 quando a malta foi dormir e o despertar estava para as 5h50m, escusado será dizer que os nervos que tinham atacado o Marco na véspera, atacaram-me a mim nessa noite, dormir começou a ser uma aventura, e vá de pedaler a noite toda...
Dia 12, lá fomos nós mais o amigo Carlos ( amigo do Marco lá da Figueira ) direitos a Serpa.
Já no local do secretariado tentei encontrar umas anilhas ( para meter na bomba do travão para esta não roçar ) mas sem exito... eu e o Marco para vermos como estava a minha bike, levantamos a roda e o Marco tentou rodar a roda à mão, nem uma volta deu... claro que comecei a ficar desesperado, mas logo de seguida é anunciado que faltam 3 minutos para a partida, e eu olhei para o Marco e disse muito ciente do que ia fazer, eu vou assim... o Marco nem resposta me deu...
Dada a partida começamos por dar uma volta à Vila que não contava para os Kms, depois foi um mar de emoções a vir ao de cima, habituado a rolar em talega e perceber que nem força tinha para descer em talega... mas lá fui, sempre nas calmas e a gerir o meu esforço e adrenalina, é que desta vez não me podia picar com ninguem nas subidas, e devia ser o unico a desejar que não houvessem muitas descidas, é que travão de trás, estava lá mas não era o mesmo ( só tinha o da frente para travar...).
Chegado ao primeiro abastecimento ( Km 21 ) sentia que o dever até ali estava cumprido, restava lutar até chegar ao próximo abastecimento que desta vez era ao Km 64, a minha preocupação era chegar lá porque pensava que havia assistência técnica, neste espaço de um abastecimento ao outro devo ter rodado quase em ultimo lugar.
Chegado ao Km 84, que era onde estava a assistência e já convencido que se não resolvesse o problema a minha prova ficava por ali que já não tinha mais força para fazer a outra metade da prova, ainda me fartei da rir... o Sr que lá estava ao ver que a roda não rodava, disse-me em alentejano puro: atão como é que você chigou aqui???? Ó ( naõ me lembro o nome ) olha lá como este veio????, mas lá me resolveu o problema, que passou por desapertar a bomba do travão e seguir com a bomba quase solta, mesmo assim o raio do travão conseguia travar quando solicitado.
Depois de estar um pouco na conversa com pessoal que estava lá parado, lembrei-me que a próxima paragem era num controlo e tinhamos que lá estar antes das 15h, eram 14h02 e pelo que eles diziam faltavam 24 Km rolantes, e para mim esses sim foram rolantes... só a sensação de apanhar uma ligeira inclinação e poder levantar-me e parar de pedalar para rolar sem esforço, coisa que até ai era impossivel porque se não fosse muito inclinada a bike parava ao fim de 2 a 3 metros.
Cheguei ao controlo às 14h46m passei nesses Kms 14 companheiros do pedal, depois foi fazer a prova a recuperar posições e a tentar poupar um pouco as pernas do esforço que fiz até aos 84, mas a adrenalina não deixava e cada vez que via alguem lá à frente lá tinha que tentar apanhá-lo... ao Km 116, o famoso furo da ordem, que me fez perder algum tempo e lugares, mas ainda consegui recuperar alguns até à meta.
Apesar de tudo adorei a prova, acho que o mais dificil é a parte psicológica, são muitos Kms e no meio há muita quebra de forças e pensamentos negativos, fiz os 168 Km quase sempre sozinho, tirando os ultimos Kms que rolei com um companheiro que rolou comigo e ainda trocamos umas conversas...
Não posso deixar de salientar a magnifica prova do Marco ( esse verdadeiro Animal ) terminou perto das 16h30m, grande prova...
Eu terminei às 19h20m ( 40m antes do limite estipulado pela organização ), foram 10h 20m a pedalar... ontem estava a pensar... e as 24 Horas??? mas isso fica para depois...
O que fica para a história:
- Consegui terminar
- Bebi 5,5 litros de àgua e 0,75L de bebida isótonica ( eu que bebo pouca àgua )
- Comi 7 bananas
- 4 barras energéticas

Lembrei-me várias vezes desta frase do amigo Sandro:

" Nada é impossível "

"demonspeed" in http://maniacosdopedal.blogspot.com/2008/04/srp160.html

 


Lá vai Serpa, lá vai Moura e Espanha fica logo à direita (vou deixar Pias para outra altura). Desde muito novo que ouvia dizer, que de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento e realmente é capaz de ser assim.

Estive em Serpa numa maratona que não era para mim, mas como a maioria das vezes eu sou teimoso, lá fui.
Das duas distâncias, tinha que ser a maior, (160) então mas eu ia fazer aquilo por menos? Nã!. Só digo que ainda bem que não me deixaram seguir, porque senão a esta hora ainda andava por lá.

Partida certinha e direitinha, logo ás 8H, sim senhor, pontualidade.
Era vê-los de roda no ar logo no arranque, parecia que era uma maratona de 20 km (para mim).
Voltinha da praxe no alcatrão e aí está a prova iniciada na terra.

O primeiro abastecimento era para ser aos 20 km, mas como não devem de ter encontrado um local mais ou menos plano para dar de beber ao pessoal, (digo beber, porque havia água, bananas e bolos de manteiga secos, porque a manteiga foi só para os fazerem) foi para aí aos 30. O segundo seria aos 60, mas fui encontrá-lo aos 71, penso que é muita distância entre eles, (para mim) pois por estranho que pareça estava já sem água, digo estranho, porque habitualmente bebo pouco. O último abastecimento para mim foi aos 100 e ainda bem que ele estava ali, pois já tinha sete horas e meia de caminho e o “selim” começava a dar sinais de muita fadiga.

Penso que foi um Transpinhal que eu fui fazer no Alentejo, aquilo ou é a subir ou é a descer e a descer até os olhos tremem. Os pulsos e braços também não ficam muito satisfeitos, porque no fim das descidas tinha que haver alguma coisa que não deixava embalar, ou tinha água (sim, porque eles escolheram todos os cantinhos em que havia água para passar) ou tinha buracos de mais para fazer o início da subida mais folgado e por aí adiante. Gelei os pés para aí aos 20 km, talvez menos, e só os comecei a sentir perto dos 60 (o direito só no meu penúltimo abastecimento).

Levei o apoio de moto4 para aí 5 km depois do penúltimo até ao meu ultimo abastecimento, o queria dizer que não havia mais ninguém atrás de mim, uns já tinham desistido e os outros, pois os outros iam todos lá bem na frente. Estive mais ou menos meia hora para me levarem do abastecimento, juntamente com mais três que já lá estavam. Passamos por outra zona de desistência para apanhar mais e fomos para Serpa tomar banho.
A água era quente, já lhes estava a rogar pela pele se estivesse fria.

O almoço (não sei bem se foi almoço, lanche ou jantar, foi um misto) mereceu o esforço para chegar à cantina da escola EB lá da zona. Estava muito bom, com qualidade e quantidade.
Borrego de jardineira (um espectáculo) mesmo à moda alentejana.
Entremeadas, febras, esparguete, saladas, sumos (de laranja, que faltaram nos abastecimentos), aguas e não podia faltar a cervejola.

Cheguei a andar mais de 30 km sem ver ninguém, nem malta da assistência, (deviam de andar com o pessoal da frente) o que não é muito agradável. O que tinha de bom era que estava tudo bem marcado. Dúvidas houve apenas num monte que tinha mais do que um caminho e eu não via fita nenhuma, mas estava um sujeito a lavar o carro à porta de casa, (não sei para quê, ele para sair dali ia sujar aquilo tudo outra vez). Perguntei-lhe por onde era e ele foi logo muito solícito a informar de tudo: que era em frente, já tinham passado muitos e que até ia uma mulher na minha frente, ao que eu respondi, que pelo menos quatro eu tinha visto.
Por mulheres, eh pá, ele há umas com uma pedalada, que dá gosto de ver. Essa que ia na minha frente, (um bocado já bem bom para a frente) tinha passado por mim e também se queixou que não via ninguém já fazia bastante tempo. Ainda fizemos uns km (poucos) juntos mas tive que voltar ao meu ritmo para não morrer logo ali e só tenho a agradecer a força que me deu para continuar. Quando ia na pickup, voltei a vê-la, deviam faltar uns 30 km para chegar e pareceu-me que o ritmo ainda era o mesmo.

Bem, fiz 100 km, 2100 de acumulados e vim para casa todo contente porque não fiquei com o corpito empenado. No final, vou para um semáforo amarelo, só para ver se eles se lembram no próximo de tratar dos abastecimentos um pouco melhor e para as motos, que eram umas quantas, andarem de um lado para o outro a ver o que se passa e a malta não se sentir muito abandonada. É portanto um amarelo a fugir para o verde.

 

"Just 4 Fun" in http://just4funbtt.blogspot.com/2008/04/srp160-serpa-12-de-maio-de-2008.html


 

(Relato de um dos membros do Staff)

Ora viva!Na sexta a noite já foi tarde/noite muito agitada no secretariado do srp160, no qual estive a dar uma mãozinha.

No dia seguinte Sábado o dia D para a primeira Ultra Maratona portuguesa.
O saldo final foi positivo penso que os participantes gostaram muito de conhecer aqui a zona.

A organização se esforçou-se para vos dar o melhor.
Alguns detalhes falharam, só tem de se aprender com alguns erros.
E também esperar que para a próxima edição se consiga mais apoios das entidades competentes.

No final não eram só os participantes que se sentiam cansados mas toda o pessoal do staff.
Falando por mim que, na sexta a tarde estive no secretariado e de noite também preparando o material para o abastecimento, sábado de manha estive na partida ver os participantes a arrancar, depois ida para Vales Mortos montar o abastecimento e picar todos os participantes (picar o frontal comprovando assim a passagem nesse ponto dos atletas) acabando ainda ao final da tarde a registar atletas a chegar a meta.

ufa .. tanta hora de pé de um lado para o outro.

Nelson Garcia in http://nelson-garcia.blogspot.com/2008/04/ultra-maratona-srp160.html


No dia 12 de Abril de 2008 realizou-se uma das mais extensas provas de BTT de entre as que já decorreram no nosso país.  A empresa Trilhos Vivos organizou, no Baixo Alentejo, uma prova de Cross Country de 160 kms, a quase totalidade dos mesmos em terra batida.
    A prova desenrolou-se na bela e acidentada zona de Serpa, onde foi testada a resistência física e a capacidade psicológica dos participantes. A primeira metade teve uma altimetria superior, depois de alguns kms na vila de Serpa e do "engarrafamento" num dos primeiros single tracks, atravessaram-se alguns ribeiros onde a água limpava mais de metade das bicicletas, e apanharam-se descidas perigosas. A segunda parte da prova foi mais rolante e permitiu conhecer alguns pontos turísticos de interesse e aldeias daquela zona.
    Nesta prova participaram José Figueira, Pedro Roque e Rui Leal, nunca nenhum deles participou numa prova com tamanha extensão. O transporte foi disponibilizado pela Câmara Municipal de Redondo.

    A boa organização, as magníficas paisagens, o espírito de camaradagem e os bons abastecimentos e jantar contribuiram para 168 (!) kms e um dia bem passado numa das mais belas zonas do nosso país.

JF in http://bttredondo.blog.pt/


 

 

 

 
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